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Prémio Carlos Paredes distingue Pedro Santos e João Pedro Silva

🕒 12:59h


Prémio Carlos Paredes 2025 distingue Pedro Santos e João Pedro Silva com a obra “Frutos Maduros“





Os artistas Pedro Santos e João Pedro Silva são os vencedores do PRÉMIO CARLOS PAREDES – Edição de 2025 com a obra discográfica intitulada “Frutos Maduros“.

A decisão, por maioria, foi tomada pelo Júri constituído por Luísa Amaro, em representação da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, Carlos Alberto Moniz, em representação da Sociedade Portuguesa de Autores, Rui Filipe dos Reis, crítico musical, e Telmo Lopes, músico e compositor.

O Júri atribui à obra vencedora a “notável capacidade de recriar qualidade, composições que já possuíam um valor artístico significativo, resultando numa proposta musical que se afirma como uma nova composição“. Foram também reconhecidas a elegância da produção, a interpretação e a escolha do repertório, e apontadas como qualidades relevantes “a contenção e a habilidade dos músicos em não se alongarem excessivamente nas improvisações“.

O Júri salientou ainda “a significativa representação da guitarra portuguesa nesta edição, em comparação com concursos anteriores, bem como o crescente número de músicos que procuram explorar novos caminhos para este instrumento, através de abordagens diversas e inovadoras“.

A Câmara Municipal de Vila Franca de Xira instituiu, em 2003, o PRÉMIO CARLOS PAREDES no sentido de homenagear este grande nome da música portuguesa e incentivar a criação e difusão de música não erudita que contribua para o reforço da identidade cultural portuguesa.

O Prémio já foi entregue a nomes mais conhecidos do grande público, e outros menos, da área da música instrumental e da área do canto, como Rão Kyao e Carminho (2013); Pedro Caldeira Cabral (2014); Ricardo Ribeiro (2017); a Companhia do Canto Popular, pela obra “Rebento“ (2020); Pedro Jóia, pela obra “Zeca“ (2021); Duarte, pela obra “No Lugar Dela“ e Sexteto de Bernardo Moreira, pela obra “Entre Paredes“ (2022 em ex-aequo); Manuel de Oliveira pela obra“ Ibéria 20|22“ e Carlos Alberto Moniz, pela obra “Por esse mar abaixo“ (2023 em ex-aequo); projeto a urtiga (João Almeida e João Diogo Leitão), pela obra “À procura da essência da cebola“ (2024).

A entrega do PRÉMIO CARLOS PAREDES – Edição de 2025 irá realizar-se em data a anunciar, numa cerimónia que representa uma oportunidade de usufruir de um pequeno concerto da obra discográfica premiada, com entrada livre.





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