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Médio Tejo pede celeridade nas respostas à destruição da Kristin

🕒 15:24h


Médio Tejo pede celeridade e robustez nas respostas à destruição da depressão Kristin





A CIM Médio Tejo, os municípios de Ourém, Ferreira do Zêzere e Tomar, a NERSANT e a AIP apresentaram esta quarta-feira, dia 10 de fevereiro, um balanço das duas semanas após a passagem da depressão Kristin pelo território.

Na conferência de imprensa em que também esteve presente David Lobato, Comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo, foi feito um forte apelo à celeridade do restabelecimento da energia elétrica e das telecomunicações, bem como à adequação das medidas de apoio do Governo.

O presidente da CIM Médio Tejo e da Câmara Municipal de Abrantes, Manuel Jorge Valamatos, começou por destacar a lentidão na resposta aos municípios mais afetados na região e pediu que a mesma seja “mais robusta“ perante uma situação que continua com um “grau de fragilidade muito elevado“, afetando profundamente as populações e as empresas.

Ao seu lado estiveram o presidente do município de Ourém, Luís Albuquerque, o presidente do município de Ferreira do Zêzere, Bruno Gomes, e a vereadora da Câmara Municipal de Tomar, Sandra Cardoso, que apontaram a falta de celeridade e agilidade na reposição da energia elétrica e das telecomunicações.

Atualmente, mais de 10.000 pessoas continuam sem eletricidade (7.000 em Ourém, 2.500 em Ferreira do Zêzere e 1.000 em Tomar) e o acesso às redes fixa e móvel continua muito limitado ou é inexistente em algumas zonas destes concelhos.

As consequências prolongadas da intempérie no tecido empresarial do Médio Tejo também se fazem sentir, com centenas de empresas afetadas não só pela falta de energia elétrica e telecomunicações, mas também pela resposta precária nos apoios anunciados pelo Governo para reconstrução.

José Eduardo Carvalho, Presidente da AIP, e Rui Serrano, Presidente da NERSANT mostraram preocupação na rapidez dos incentivos adequados para a recuperação empresarial e apresentaram medidas conjuntas da AIP, NERSANT, NERLEI e NERC. Entre elas, destacam-se o aumento do tempo das moratórias bancárias e fiscais, a aceleração de linhas de crédito, a clarificação do alcance e do detalhe do lay-off no que respeita à percentagem a suportar pela entidade patronal e a introdução imediata dos apoios a fundo perdido.

Uma outra medida proposta não só pelas associações empresariais, mas também pelos municípios é a extensão do apoio de 10.000€ a todas as microempresas em todos os setores, que viram os seus ativos e stocks destruídos e não conseguem pagar salários aos colaboradores.

Praticamente 15 dias depois e apesar dos esforços desenvolvidos a nível municipal e intermunicipal, as respostas tardam em chegar ao Médio Tejo, que continua empenhado em restabelecer a normalidade perante os impactos negativos da depressão Kristin.






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